Dizem que escrever um livro é como ter um filho. Você sente aquela vontade de fazer um, fica sonhando como ele será e o que você fará por ele, mas no fundo, bem no fundo do seu coração, você fica com medo da responsabilidade. Mas o que não falta para uma mãe é fé e coragem e essas são duas das muitas qualidades que eu admiro na Suzi Mariah.
Quando ela falou que tinha escrito um livro e me mostrou as primeiras páginas, vi em seus olhos o mesmo brilho que uma mãe tem quando contempla seu filho dormindo no berço tranquilamente. Um olhar de amor, de orgulho e de fé em Deus em saber que realizar um sonho, por mais difícil que pareça, não é impossível.
Como uma criança, ela está aprendendo a caminhar e, em seu caminho, segue humilde superando desafios, buscando conhecimentos e colocando-os em prática.
Seu aprendizado é fruto das experiências vividas por ela nesta vida e, porque não dizer, em outras vidas passadas.
Esta obra foi criada para dar um parâmetro dos conceitos estabelecidos pelo corpo de Mestres que compõem esta fraternidade do universalismo e qual a orientação dos médiuns da Nossa Casa de Oração para enfrentar os assuntos naturais do dia a dia e nela o leitor amigo vai encontrar palavras de amor, de fé, de transformação e de coragem de uma pessoa dedicada, que é o que deseja ser.
O tempo é chegado e quem tiver olhos para ver e ouvidos para escutar, há de entender suas palavras.
– Rosa de Fátima Viegas